Indústria aérea do Equador firma compromisso contra o tráfico ilegal de vida silvestre

No marco da celebração do Dia da Aviação no Equador, organizado pela  Associação de Transporte Aéreo Internacional (IATA), a indústria aérea no país assinou uma declaração  conjunta em que reafirma seu compromisso de enfrentamento do tráfico ilegal de vida silvestre.  Adicionalmente, solicitou ao governo do Equador que redobre os esforços para fazer cumprir a lei e que  faça um controle mais próximo de ordem pública para evitar crimes que provocam perdas inestimáveis à  biodiversidade do país. 

Representantes das associações de companhias aéreas e aeroportos comprometeram-se a continuar  trabalhando de forma ativa com as entidades do governo e as organizações de conservação para seguir  adotando protocolos e procedimentos de controle e prevenção ao comércio ilegal, assim como a indústria  aérea firmou seu compromisso para cumprir com as declarações do Palácio Buckingham e de Buenos  Aires contra o tráfico ilegal de vida silvestre. Por fim, ressaltaram a importância dos programas de  conscientização, a troca de informações e os sistemas de notificação de incidentes em um país com  enorme riqueza natural, habitat de milhares de espécies, muitas delas em risco de extinção. 

Neste sentido, a indústria aérea no Equador, representada por IATA, ACI, ALTA e ARLAE: 1. Recomenda fortemente que se continue a denunciar o comércio ilegal de fauna e flora silvestre; 

  1. Solicita às empresas aéreas e aos aeroportos que redobrem os esforços em relação à conscientização  dos passageiros, clientes e funcionários sobre a natureza e o alcance e consequências do comercio de  espécies silvestres; 
  2. Faz um chamado ao governo do Equador para que destine mais recursos para o controle deste  comércio ilegal; 
  3. Recomenda fortemente às companhias aéreas, aos aeroportos, aos transportadores e a todas as partes  interessadas do setor de transporte aéreo que continuem trabalhando de forma proativa com as entidades  de governo e as organizações de conservação para abordar o problema; e 
  4. Solicita às companhias aéreas nacionais que continuem adotando políticas e procedimentos adequados  que desestimulem o comécio ilegal, tendo em conta a importância dos programas de conscientização, o  intercâmbio de informações e os sistemas de notificação de incidentes. 

Com informações da Assessoria de Imprensa AP Comunicação

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